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Meu perfil BRASIL, Nordeste, SAO LUIS, Mulher, de 20 a 25 anos |
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"Se fosse só sentir saudade
Mas sempre tem algo mais
Seja como for
É uma dor q dói no peito"
(Renato Russo - Angra dos Reis)
Não lembrava mais que saudade doía tanto... É uma vontade de querer estar junto sempre, juntinho e esquecer até que o mundo lá fora existe. E o pior de tudo é não saber quando poderei matar essa saudade que me machuca e me atormenta. Estava tudo tão bem, tão tranquilo... e de repente nos vemos em uma situação delicada onde não temos muito o que fazer, a não ser esperar! A sensação de impontencia diante das pegadinhas do destino é o que mais me irrita.
E ficam as perguntas e as dúvidas corroendo a minha mente... será isso? será aquilo? será que vai ser assim ou assado? Por que eu me apego tanto às pessoas? Por que eu dou tanta importância às coisas? Um cartomante, amiga minha, disse que eu sou uma pessoa que vive a vida intensamente e, em consequência disso, viver meus sentimentos intensamente!
Eu estava morrendo de medo de entrar de novo numa relação, medo de me apegar e coisa e tal, por conta de uns perrengues que tive no passado... mas cá estou eu novamente namorando e gostando muito dessa pessoa que está hoje ao meu lado. Ele é maravilhoso, bom caráter, lindo, amigo, carinhoso e me ajudou a ser uma pessoa melhor (desde o tempo em que éramos "só" amigos! E foi justamente pela pessoa maravilhosa que ele é que eu ultrapassei a barreira do medo e decidi viver esse momento. Mas agora... estamos sem tempo suficiente para nos vermos... durante a semana é inviável por que trabalhamos pela manhã e ele tem aula na faculdade das 14h às 19h. Moramos longe e nos fins de semana é pior ainda. Eu não tenho carteira de motorista (mas tô providenciando), ele tem, mas o sogrão não libera o carro nem com reza forte (pq? não sei também!). Ônibus? Sim, conheço, mas moramos longe e pegar ônibus nos fins de semana é pra lá de perigoso por aqui... Já matei minha cabeça tentando arrumar uma solução prática... mas, não encontrei! Se alguém tiver, por favor, mande...
E a saudade continua aqui, apertando o meu coração!
Te adoro, André!
Recebi esse texto há algum tempo atrás. Hoje, vasculhando uns arquivos, o encontrei e decidi compartilhá-lo com vocês. 
Você pode até aceitar os coices que lhe derem quando eles vierem acompanhados de beijos, mas em algum momento da sua vida, as feridas que eles vão lhe causar, não serão mais possíveis de serem cicatrizadas. (é assim que estou me sentindo assim em relação a algumas pessoas). Quanto ao cabresto que você tiver que carregar durante a sua existência, não culpe ninguém por isso, afinal muitas vezes, foi você mesmo que o colocou no seu dorso.
OBS: Qualquer semelhança com seres humanos que você conheça, pode não ser coincidência.

O CAVALINHO E A BORBOLETA
(Autora: Silvana Duboc)
Esta é a história de duas criaturas de Deus que viviam numa floresta distante há muitos anos atrás. Eram elas, um cavalinho e uma borboleta. Na verdade, não tinham praticamente nada em comum, mas em certo momento de suas vidas se aproximaram e criaram um elo. A borboleta era livre, voava por todos os cantos da floresta enfeitando a paisagem. Já o cavalinho, tinha grandes limitações, não era bicho solto que pudesse viver entregue à natureza. Nele, certa vez, foi colocado um cabresto por alguém que visitou a floresta e a partir daí sua liberdade foi cerceada. A borboleta, no entanto, embora tivesse a amizade de muitos outros animais e a liberdade de voar por toda a floresta, gostava de fazer companhia ao cavalinho, agradava-lhe ficar ao seu lado e não era por pena, era por companheirismo, afeição, dedicação e carinho.
Assim, todos os dias, ia visitá-lo e lá chegando levava sempre um coice, depois então um sorriso. Entre um e outro ela optava por esquecer o coice e guardar dentro do seu coração o sorriso. Sempre o cavalinho insistia com a borboleta que lhe ajudasse a carregar o seu cabresto por causa do seu enorme peso. Ela, muito carinhosamente, tentava de todas as formas ajudá-lo, mas isso nem sempre era possível por ser ela uma criaturinha tão frágil.
Os anos se passaram e numa manhã de verão a borboleta não apareceu para visitar o seu companheiro. Ele nem percebeu, preocupado que ainda estava em se livrar do cabresto. E vieram outras manhãs e mais outras e milhares de outras, até que chegou o inverno e o cavalinho sentiu-se só e finalmente percebeu a ausência da borboleta. Resolveu então sair do seu canto e procurar por ela. Caminhou por toda a floresta a observar cada cantinho onde ela poderia ter se escondido e não a encontrou. Cansado se deitou embaixo de uma árvore. Logo em seguida um elefante se aproximou e lhe perguntou quem era ele e o que fazia por ali.
“Eu sou o cavalinho do cabresto e estou a procura de uma borboleta que sumiu.” “Ah, é você então o famoso cavalinho?”
“Famoso, eu?”
“É que eu tive uma grande amiga que me disse que também era sua amiga e falava muito bem de você. Mas afinal, qual borboleta que você está procurando?”
“É uma borboleta colorida, alegre, que sobrevoa a floresta todos os dias visitando todos os animais amigos.”
“Nossa, mas era justamente dela que eu estava falando. Não ficou sabendo? Ela morreu e já faz muito tempo.”
“Morreu? Como foi isso?”
“Dizem que ela conhecia, aqui na floresta, um cavalinho, assim como você e todos os dias quando ela ia visitá-lo, ele dava-lhe um coice. Ela sempre voltava com marcas horríveis e todos perguntavam a ela quem havia feito aquilo, mas ela jamais contou a ninguém. Insistíamos muito para saber quem era o autor daquela malvadeza e ela respondia que só ia falar das visitas boas que tinha feito naquela manhã e era aí que ela falava com a maior alegria de você.”
Nesse momento o cavalinho já estava derramando muitas lágrimas de tristeza e de arrependimento.
“Não chore meu amigo, sei o quanto você deve estar sofrendo. Ela sempre me disse que você era um grande amigo, mas entenda, foram tantos os coices que ela recebeu desse outro cavalinho, que ela acabou perdendo as asinhas, depois ficou muito doente, triste e sucumbiu e morreu.”
“E ela não mandou me chamar nos seus últimos dias?”
“Não, todos os animais da floresta quiseram lhe avisar, mas ela disse o seguinte:
‘Não perturbem meu amigo com coisas pequenas, ele tem um grande problema que eu nunca pude ajudá-lo a resolver. Carrega no seu dorso um cabresto, então será cansativo demais pra ele vir até aqui."

Segunda feira fui ao cinema com Fofuxo. Assistimos "Paixão de Cristo". Meu Deus! Que filme louco...Muita dor, sofrimento, constrangimento, humilhação... O filme é forte, com cenas muito chocantes. Não estava levando muito à sério os comentários sobre a visão delirante de Mel Gibson sobre as doze últimas horas da vida de Jesus Cristo mas depois de ver o filme essa semana eu concordo sobre a tal "realidade nua e crua" que o direito Gibson quis nos passar. É impossível não se emocionar, impossível mesmo. Chorei pra caramba...o filme mexeu muito comigo, com os meus conceitos, com as minhas crenças! As cenas passaram horas pertubando a minha mente...
Depois do cinema, eu e André fomos lanchar no Souza (um cachorro-quente famoso que tem lá na Praia Grande)... mas dessa vez o cachorro-quente não me fez muito bem... ![]()
Hoje é dia de imagens aki no blog. Essa bonekinha aí embaixo foi um amigo meu q desenhou especialmente pra mim. Essa é a Afrodite, de acordo com a visão dele. Obrigada, Fabiano, pelo desenho! Adorei! (só preferia q ela fosse ruivinha...hehehe!)

Hoje recebi uma visita MUITO especial: minha amiga Daniela veio me visitar. Eu não a via desde o nosso aniversário (ela faz niver um dia depois do meu, em janeiro) e estava morrendo de saudades dela! Dani é uma amiga e tanto, adoro ela. Nos conhecemos na faculdade e formamos um trio imbativel juntamente com a Haphisa (a quem chamo carinhosamente de Filhota). Não desejo perder a amizade dessas meninas nunca, nunkinha... Elas são especiais pra caramba na minha vida!
DANI E HAPHISA... OBRIGADA POR VCS EXISTIREM EM MINHA VIDA! AMO VOCÊS!